
Associação Capixaba de Artesãos - ACARTE
Com a missão de resgatar, fortalecer, aprimorar, organizar, difundir e promover o Artesanato Capixaba e sintonizada com a tendência mundial pela qualidade, os artesãos têm procurado desenvolver seus produtos com a visão da qualidade total, buscando o aprimoramento de suas técnicas, de sua produtividade, mas sempre se mantendo fiel ao princípio do que o artesanato é uma arte feita com as mãos, o que faz com que cada peça seja única, diferenciada, carregando em si todo o encanto e magia do seu momento de criação.
Trabalhos em tecidos como ponto cruz, pinturas, patchwok, tecelagem entre outros são encontrados nas lojas da Associação Capixaba de Artesãos - ACARTE.

Loja do Artesanato Capixaba
A Loja do Artesanato Capixaba é uma parceria entre a Prefeitura de Vitória, o Governo do Estado, o Sebrae - ES e o Instituto Panela de Barro. No local, os visitantes podem encontrar o que, de fato, é da raiz do Espírito Santo.

Feira da Praça dos Namorados
Moradores e turistas têm uma boa opção de lazer nos finais de semana: a feira de artesanato da Praça dos Namorados. Com mais de 20 anos de tradição, a feira conta com 192 expositores, sendo 151 de artesanato e brinquedos de diversão e 41 na área de alimentação.
As barracas expõem objetos de decoração, como quadros, vasos, luminárias, castiçais, tapetes, almofadas, esculturas em metais e pedras, arranjos decorativos, velas coloridas. Também há roupas de cama, mesa e banho bordadas e pintadas a mão, bolsas e calçados confeccionados de forma artesanal, assim como joias e bijuterias feitas em pedras, metais e fios.
Para a criançada são comercializados brinquedos em madeira, jogos educativos, bonecas de pano e fantoches. E no local também há brinquedos como pula-pula, cama elástica, carrinhos elétricos e pôneis.
Na parte de alimentos, os expositores oferecem uma diversidade de doces e salgados. São vendidas desde as típicas comidas capixabas, como a famosa torta capixaba, até os quitutes tradicionais de praça, como bolos, docinhos, cachorro-quente e pizzas, dentre muitas outras delícias.

Artesanato em cerâmica - Galpão das Paneleiras
O artesanato de cerâmica em terras capixabas remonta ao tempo pré-cabralino. Estudos de sítios arqueológicos apontam que há mais de mil anos vários aborígenes já dominavam a técnica da arte em cerâmica.
Atualmente, são as paneleiras de Goiabeiras, em Vitória, que se destacam na produção do artesanato utilitário de barro. A matéria prima utilizada é obtida em Barreiros, uma região da cidade de Vitória.
Peças decorativas modeladas pelas ceramistas da cidade também podem ser encontradas e adquiridas pelos moradores e visitantes.

Atlântica Parque
Localizado na Praia de Camburi, na altura do bairro Jardim Camburi, o Atlântica Parque é uma opção de lazer ao ar livre para toda a família e para quem gosta de praticar esportes.
São 19.000,00 m² com bicicletários, campo de futebol de grama sintética, pista de bicicross, pista de skate, playgrounds, pracão, deques, mirante de contemplação, espaço para musculação e ginástica funcional, pergolados, banheiros públicos, jardins e bancos.
No Parque são realizadas atividades sociais, educativas, culturais, esportivas e de lazer com a população. O parque não dispõe de cercamento, portanto, o horário é de livre acesso. Acessível a pessoas com dificuldades de locomoção.

Basílica de Santo Antônio
Edificação projetada e construída entre as décadas de 1950 e 70. A perfeição e simetria das formas remete a igreja bramantesca de Nossa Senhora da Consolação, um templo do século XVI, da cidade de Todi, na Itália. Os padres pavonianos contaram com a ajuda dos moradores do bairro de Santo Antônio, em mutirão, na construção do Santuário, hoje elevado a basílica. Foi dedicado ao antigo santo padroeiro da Cidade.

Capela Santa Luzia
A Capela de Santa Luzia é um tesouro histórico e arquitetônico de Vitória, sendo considerada a construção mais antiga da cidade. Erguida no século XVI sobre uma rocha, servia originalmente como capela particular da fazenda de Duarte de Lemos, o primeiro morador da ilha de Santo Antônio, atualmente Vitória. As terras foram concedidas a Duarte de Lemos como sesmaria pelo primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.
Com traços arquitetônicos simples, a capela apresenta uma nave retangular e capela-mor, características comuns das igrejas barrocas do estado, sugerindo alterações ao longo do tempo. Sua construção em pedra e cal de ostra, coberta com telhas de barro, reflete o estilo colonial brasileiro. A entrada única, coroada por um pequeno frontão datado do século XVIII ao lado da torre sineira, adiciona peculiaridade ao seu design.

Casa Porto das Artes Plásticas
A Casa Porto das Artes Plásticas, instalada em um prédio histórico de 1903, é um local para exposições de artistas locais e nacionais. Além de incentivar o trabalho dos artistas, a Casa Porto estimula a apreciação das obras pelo público e contribui para a maior compreensão acerca da arte visual.
Em abril de 2014, depois de cinco anos fechado para reformas, o espaço foi reaberto, ampliado e restaurado, com programação de oficinas e a mostra retrospectiva "Dos Salões à Bienal do Mar", um recorte histórico com trabalhos vencedores dos Salões e Bienais do Mar, que mostram a importância tanto do espaço quanto da produção artística local para a arte nacional.
O espaço, sediado às portas do Centro histórico da capital, abre também uma oportunidade para que os visitantes conheçam um pouco mais sobre a história de Vitória, do Espírito Santo e do Brasil.
Fotografia, gravura, desenho, pintura, escultura: várias são as técnicas apreciadas nas exposições da Casa Porto, espaço que contribui para a revelação de novos talentos.

Casarão Cerqueira Lima
Com mais de 100 anos de existência, o Casarão Cerqueira Lima é uma das construções históricas mais bonitas do Centro de Vitória. Localizado na região da Cidade Alta, onde está o Palácio Anchieta, o local foi transformado em galeria de arte e desde o dia 31 de julho de 2014 abriga o Gabinete do Centro.

Catedral Metropolitana de Vitória
A história da Catedral Metropolitana de Vitória remonta ao século XVI, quando uma capela foi provavelmente construída por volta de 1550, tornando-se um marco central na então Vila de Nossa Senhora da Vitória. Inicialmente uma capela simples, seu local de fundação é considerado o ponto inicial da cidade.
No início do século XVIII, a capela foi elevada à categoria de igreja matriz, mas ao final do mesmo século, devido ao seu estado precário, foi demolida para dar lugar a uma nova igreja matriz, que existiu até 1918. Esta segunda igreja, ainda em estilo colonial, foi designada como catedral com a criação da Diocese do Espírito Santo em 1895, sob o episcopado de Dom João Batista Correia Néri.

Centro Cultural SESC Glória
Edificado em concreto armado e revestimento em pó de pedra o Teatro Glória foi projetado pelo arquiteto alemão Ricardo Wright e apresenta elementos da arquitetura eclética com uso de sacadas, balaústres e o coroamento com cúpula na esquina.
Primeira construção com cinco andares da cidade. Adquirido pelo SESC, abriga um novo Centro Cultural de excelência Nacional. Possui teatro, cinema e salas para apresentações culturais.

Centro de Visitantes TAMAR Vitória
Por meio da Gestão Compartilhada do Parque Municipal Ilha do Papagaio, desde novembro de 2012 a Fundação Projeto Tamar e a Prefeitura Municipal de Vitória proporcionam atividades de educação e sensibilização ambiental com crianças e adultos no Centro de Visitantes em Vitória. Tais atividades se baseiam em um roteiro interpretativo sobre a conservação das tartarugas marinhas no Brasil, biologia das espécies e espaços temáticos que evidenciam todo o ciclo de vida das tartarugas marinhas.
Neste local, existem três tanques com indivíduos de tartarugas marinhas em diferentes estágios de vida, de filhotes à adultos, abarcando quatro espécies.
Neste Centro de Visitantes há, ainda, um auditório para realização de palestras e exibição de vídeos, um museu contendo carapaças e esqueletos de tartarugas marinhas, uma cantina, um parquinho infantil e um incrível mirante com vista panorâmica aos principais pontos turísticos da Grande Vitória: a baía de Vitória, o Convento da Penha, a Terceira Ponte e o Morro do Moreno, sendo um espaço ideal para a realização de belíssimas fotografias.

Convento São Francisco e Capela Nossa Senhora das Neves
O Convento São Francisco foi erguido no final do século XVI pelos padres franciscanos, atendendo a um pedido do segundo donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho Filho. Junto à igreja dedicada a São Francisco de Assis, o complexo incluía o monastério, onde os frades viviam em recolhimento, oração, trabalho e estudos, além da Capela da Ordem Terceira da Penitência. Este foi o primeiro convento franciscano construído na região Sul do Brasil Colônia.

Cruz Reverente - Memorial da Paz - Galeria Cônego Maurício Mattos Pereira
Monumento comemorativo à visita do pontífice João Paulo II ao Espírito Santo, em 1991. Concebido pelo escultor grego Iannis Zavoudakis radicado no Espírito Santo. O monumento é constituído por uma cruz de aço, com forma curvilínea, assentada sob base de concreto armado. Traz no alto uma pomba branca, simbolizando o Espírito Santo, componente da Santíssima Trindade, segundo a Religião Católica.

Curva da Jurema
Nas proximidades, a orla se inicia do lado do Iate Clube. Depois, chega-se à Praça dos Namorados, à Praça dos Desejos e às proximidades da ponte que interliga a Ilha de Vitória à Ilha do Frade.
O mar de águas frias e calmas é ideal para a prática de esportes náuticos e com estreita faixa de areia para corridas e caminhadas. O visitante pode admirar a paisagem a partir de um dos quiosques com áreas cobertas, onde são servidos petiscos da culinária capixaba. A praia é indicada para a prática de stand up paddle e passeios de veleiro.
A região conta ainda com calçadão, iluminação noturna, lanchonetes e conta com extensa área recreativa, além da estrutura para a prática de tênis, basquete, vôlei e futebol da Praça dos Namorados.

Curva da Jurema - Quiosques
A praia com seus quiosques situados entre a Praça dos Desejos e a Ilha do Frade é um dos quatro polos gastronômicos da capital.
Nos quiosques é possível degustar as delícias da culinária capixaba, pratos de peixe e frutos do mar, carnes e massas, além de bebidas e petiscos diversos, admirando a bela paisagem da enseada, que possui mar de águas frias e calmas, ideal para a prática de esportes náuticos, corridas e caminhadas.

Escadaria Bárbara Lindenberg
A Escadaria do Palácio, um marco histórico que remonta ao século XVII, tem uma história rica e cheia de transformações que refletem a evolução da cidade ao longo dos anos. Originalmente conhecida como ladeira Padre Inácio, em homenagem a Santo Inácio de Loiola, fundador da Companhia de Jesus, esta via íngreme passou por várias mudanças de nome ao longo dos séculos.

Espaço Baleia Jubarte
Um espaço para conhecimento e contemplação da natureza que apenas duas cidades brasileiras possuem: e uma delas é Vitória. O Espaço Baleia Jubarte oferece conhecimentos sobre vários cetáceos (mamíferos como baleias, botos e golfinhos, que vivem exclusivamente no meio aquático), em especial sobre as baleias jubarte que, no Brasil, encontram-se, principalmente, na costa do Espírito Santo e da Bahia em seu período reprodutivo.
Ossadas, réplicas de animais, materiais biológicos e painéis explicativos compõem o acervo do espaço, que é fruto de uma parceria entre as secretarias municipais de Cultura (Semc) e de Meio Ambiente (Semmam) de Vitória e o Instituto Baleia Jubarte. Entre junho e novembro, período de observação das baleias jubarte, o espaço é utilizado como apoio aos embarques turísticos, também com palestras de conscientização sobre a preservação do meio ambiente.

Estátua Maurício de Oliveira
A estátua em homenagem ao músico Maurício de Oliveira, inaugurada em maio de 2016, foi construída em parceria entre a Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e o Instituto Sincades.
A partir de edital de chamamento público, o artista Fernando Poletti foi o escolhido para a execução da obra. A estátua, em tamanho natural, representa o artista sentado em um banco na companhia do seu inseparável violão.
O objetivo da obra, além de homenagear uma das figuras mais emblemáticas da cultura capixaba é criar a interação entre munícipes e turistas com a obra.

Hortomercado
Reinaugurado em julho de 2007, possui restaurantes de estilos variados e oferece diversas lojas, um supermercado e amplo estacionamento. O ambiente é climatizado, propício para um happy hour.

Ilha das Caieiras
A Ilha foi centro de movimentação comercial, pois o escoamento da produção de café era feito em canoas por rio até a baía noroeste antes de chegar no Porto de Vitória.
Originada de uma vila de pescadores, a comunidade possui um estreito relacionamento com a pesca que, junto com atividade de desfiar siri e a tradição gastronômica, consolidam a cultura local. A região é conhecida por abrigar as Desfiadeiras de Siri e restaurantes de culinária típica. Do local os visitantes podem avistar diversos monumentos naturais.
A Ilha das Caieiras é um dos quatro polos gastronômicos criados pela Prefeitura de Vitória para incrementar o turismo e a culinária local - os outros são Curva da Jurema, Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, e Rua da Lama, em Jardim da Penha.

Igreja e Convento Nossa Senhora do Carmo
No século XVII, o donatário da Capitania do Espírito Santo, Francisco Gil de Araújo, convidou os padres carmelitas para se estabelecerem na região, doando um grande terreno nas proximidades da Vila de Vitória. Por volta de 1675, os padres começaram a construção do Convento de Nossa Senhora do Monte do Carmo, que incluía também a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo e a Capela da Ordem Terceira.
Todo o conjunto arquitetônico seguia o estilo colonial, com características barrocas. A igreja ainda preserva diversas imagens em seus altares e quadros da Via-Crucis, contribuindo para sua relevância cultural e religiosa na região.

Mercado da Vila Rubim
O Mercado da Vila Rubim é muito mais do que um simples espaço de compras; ele é um ícone da capital capixaba, refletindo a rica história e cultura de Vitória. Desde o início, quando o bairro surgiu como ponto de desembarque de mercadorias, até hoje, com seus diversos empreendimentos, o mercado tem sido essencial na vida da cidade.
Dentro do mercado, é possível encontrar uma vasta gama de produtos, desde temperos e ervas medicinais até artigos de umbanda, pescados frescos, aves, carnes e roupas. O local combina a essência do comércio de rua tradicional com a conveniência moderna dos estabelecimentos comerciais, proporcionando uma experiência rica e diversificada.

Monumento à Comunidade Negra
Representando uma casaca, instrumento musical típico do Congo, o monumento, de autoria de Ireneu Ribeiro, é um reconhecimento a importante contribuição do povo afrodescendente em favor do desenvolvimento e da cultura capixabas. Foi inaugurado em 2006.

Monumento a Dona Domingas
De autoria do artista italiano Carlo Crepaz, a estátua em bronze homenageia uma personagem urbana da capital que era catadora de papel, Dona Domingas. Uma senhora negra, muito pobre e sofrida que vagava pelas ruas de Vitória, carregando uma pesada sacola com o material catado.

Monumento a Iemanjá
Inaugurada em 1988, a estátua de concreto armado representa a Rainha do Mar e homenageia as tradições afro-brasileiras. A figura feminina de corpo inteiro foi esculpida pelo artista grego Iannis Zavoudakis.

Monumento a Mãe
Vestibulum euismod nisl suscipit ligula volutpat, a feugiat urna maximus. Cras massa nibh, tincidunt ut eros a, vulputate consequat odio.
Vestibulum vehicula tempor nulla, sed hendrerit urna interdum in. Donec et nibh maximus, congue est eu, mattis nunc. Praesent ut quam quis quam venenatis fringilla. Morbi vestibulum id tellus commodo mattis. Aliquam erat volutpat. Aenean accumsan id mi nec semper.

Monumento ao Imigrante
Inaugurada em junho de 2000, a obra arquitetônica de autoria de Sheila Basílio foi erguida na Praça José Neffa. Representa a importância da cultura italiana na formação do povo capixaba. Seus dois obeliscos em granito verde, com 30 m de altura, representam esses dois povos, demonstrando que a distância geográfica não é uma barreira para a integração cultural.
À noite, a iluminação especial é mais um detalhe que não passa despercebido. Refletores envolvem o monumento com as cores da bandeira da Itália, atraindo os olhares das pessoas que passam pela avenida Américo Buaiz e reforçando o significado da obra.
Essa construção pode ser vista à distância e a partir de diversas perspectivas. Sua forma verticalizada transformou o monumento num marco urbano de Vitória.

Monumento ao Índio Araribóia
Inaugurado em 1959, a estátua de bronze, de autoria de Carlo Crepaz é a figura de um índio guerreiro em tamanho natural assentada sobre uma pedra, apontando seu arco e flecha para a baía de Vitória.

Monumento ao Trabalho
Feito de bronze e assentado em uma grande base de granito cinza, de autoria de Euclydes Fonseca. Representa a figura de um trabalhador braçal, de dorso nu, com um martelo de cavouqueiro na mão direita, numa atitude de quem bate num piquete que segura com a mão esquerda trabalhando numa rocha.

Museu Capixaba do Negro - MUCANE
O Museu Capixaba do Negro "Verônica da Pas" (Mucane) é um espaço de convergência de diversos serviços destinados à população. O edifício original foi totalmente restaurado e modernizado. Está equipado com auditório, biblioteca, área de eventos, museu e mezaninos.
Entre os objetivos da revitalização está o de propiciar meios para o desenvolvimento de ações educativas que promovam a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio histórico-arquitetõnico da capital capixaba. O Museu também é um centro de referência à cultura negra.

Museu de Arte do Espírito Santo - MAES
Construído nos anos de 1924 e 1925 é o primeiro de uma série de prédios públicos construídos por Florentino Avidos para dotar o Estado de infraestrutura e apresentar a população à nova arquitetura para a cidade. Implantado em terreno de esquina, apresenta um estilo eclético de arquitetura. Tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1983, abrigou serviços públicos e, em 1998, foi inaugurado como Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo.
Possui área com cinco salas e hall, além de auditório para 40 pessoas. Oferece exposições de arte e ações educativas como palestras, oficinas, cursos e seminários nas áreas de Artes, Patrimônio e Museologia. O local abriga ainda um acervo e uma biblioteca.

Museu do Pescador
O Museu Histórico da Ilha das Caieiras Manoel Passos Lyrio é uma antiga reivindicação da comunidade e se constitui como um museu comunitário. Sua sede é uma antiga casa de secos e molhados, construído na década de 1930.
Fica localizado num celeiro de manifestações culturais, em uma posição central da Região de São Pedro. Desde o final do século XIX, o bairro constituía um ponto de parada de rotas comerciais vindas do interior do Estado através da navegação fluvial realizada no rio de Santa Maria.

Museu Solar Monjardim
Único museu federal do Espírito Santo. Possui um grande acervo que inclui os mais diversos tipos de objetos como peças de arte sacra, mobiliário, documentos, fotografias, cristais e porcelanas. O Solar Monjardim está atualmente estruturado como um museu-casa, revelando aspectos da vida cotidiana de uma família abastada do século XIX.
O museu se localiza no casarão que constituía a antiga sede da fazenda Jucutuquara, cuja construção teve início na década de 1780. Este foi o primeiro edifício tombado em nível nacional no Espírito Santo, em 1940, por ser uma referência expressiva da arquitetura rural colonial brasileira, tendo suas características muito bem conservadas.

Ônibus turístico
Vitória conta com ônibus panorâmico de turismo, que possui a parte superior aberta para os passageiros terem uma visão privilegiada e ampla da cidade. O serviço de city tour ocorre às quartas-feiras, sábados, domingos e feriados e percorre vários atrativos. O veículo tem 49 lugares disponíveis, inclusive para idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida.
A operação é possível pelo decreto publicado em 2016 que permite que empresas que tiverem interesse em atuar neste segmento possam dar entrada no pedido na Prefeitura de Vitória. O serviço só pode ser prestado por transportadoras turísticas e por agências de turismo com frota própria, devidamente cadastradas no Ministério do Turismo.

Orla de Camburi
A praia de Camburi oferece ao longo de sua orla quiosques para comercialização de comida e bebida e deck de madeira com mesinhas para os clientes. Nos diversos hotéis situados na avenida da principal praia da cidade são encontrados restaurantes com culinária diversificada que atendem aos hóspedes e ao público em geral.

Panela de barro
A produção artesanal de panela de barro é uma das maiores expressões da cultura popular de Vitória e do Espírito Santo. A técnica na produção, assim como a estrutura social das artesãs, pouco mudou em mais de 400 anos, desde quando era produzida nas tribos indígenas.
Nos últimos séculos esse trabalho sempre garantiu a sobrevivência econômica de famílias. As artesãs estão vinculadas à Associação das Paneleiras. A maioria delas trabalha em um galpão em Goiabeiras. O galpão tem 32 cabines, todas com bancada, armário e prateleiras individuais. No segundo piso, existe uma área que permite aos visitantes visualizarem todo o trabalho nas cabines e ainda proporciona uma visão incrível para o mangue.
Para fazer as panelas, as artesãs retiram a argila do Vale do Mulembá, local situado no bairro Joana D'Arc, na Ilha de Vitória. Do manguezal que margeia a região de Goiabeiras é extraída a casca da Rhysophora mangle, popularmente chamada de mangue vermelho. Essa casca permite extrair a tintura impermeabilizante de tanino, com a qual são açoitadas as panelas ainda quentes.

Parque Baía Noroeste
O Parque Municipal da Baía Noroeste, que oficialmente se chama Dom Luiz Fernandes Gonzaga, é cercado por um manguezal e, dessa forma, protege a fauna e a flora do ecossistema, principalmente pelas ações da Educação Ambiental desenvolvidas.
No parque, há um campo de futebol, um campo de bocha e uma quadra poliesportiva. Para quem gosta é possível fazer pequenas trilhas e caminhadas. O parque conta, ainda, com uma sede administrativa, guarita de acesso e sanitários.

Parque Barão de Monjardim
Com acessos pelos bairros Santa Cecília, Lourdes e Santos Dumont, o Parque Municipal Barão de Monjardim conta com campo de futebol de grama sintética, playground, Academia Popular para a Pessoa Idosa, banheiros públicos, vestiário, jardins e bancos. Boa parte do parque conta com árvores que foram introduzidas durante processo de reflorestamento, possui 79.711,19 m² de extensão.
Além de aliar lazer, esporte e consciência ambiental, o Parque Barão de Monjardim conserva variadas espécies nativas da Mata Atlântica. Um de seus maiores atrativos é a vista para a Pedra dos Olhos, um dos pontos culminantes da capital, com seus 296 m de altitude.

Parque Barreiros
O Parque Municipal de Barreiros surgiu a partir de um antigo sítio onde se desenvolvia a fruticultura. Mangueiras, cajueiros, jaqueiras, abiuzeiros, ingazeiros, jamelões e abricoteiros se espalham, compondo a região mais plana, entre muitas outras espécies de porte menor. Uma nascente dá origem ao córrego que atravessa o parque em sua parte lateral.
Aves, répteis e peixes podem ser vistos no local, que possui área superior a 46 mil metros quadrados. Lá, existe também um Centro de Educação Ambiental (CEA) e uma Academia Popular da Idosa.

Parque Botânico da Vale
É um espaço de lazer e, principalmente, uma unidade de conservação da Mata Atlântica, uma das mais importantes florestas do país. Quem visita o local tem a oportunidade de conhecer o primeiro Jardim Sensorial permanente do Espírito Santo, estrutura que tem o objetivo de estimular os cinco sentidos e promover uma forma diferenciada de interação com a natureza.
Mais de 140 espécies de árvores, tais como pau-brasil, jacarandá e ipê, além de animais silvestres, como caticocos, gambás, saguis e várias espécies de aves podem ser vistas em cinco trilhas ecológicas. O visitante pode ainda frequentar o parquinho e fazer trilhas ecológicas pela área de restauração florestal - que já possui mais de 140 tipos de espécies arbóreas de Mata Atlântica e alguns animais silvestres. Também é possível agendar uma visita guiada de ônibus às instalações da Vale, em Tubarão.
O parque conta também com o Vagão do Conhecimento, biblioteca com capacidade para 3.500 exemplares, montada em um vagão de trem, e com acervo de audiolivros, voltado para deficientes visuais. O único orquidário da Grande Vitória aberto à comunidade também está instalado neste parque. O espaço conta hoje com mais de 350 mudas divididas em 113 espécies.

Parque Vale do Mulembá
Localizado no bairro Redenção, o parque foi criado com o objetivo de proteger o manguezal da Baía de Vitória e o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, turismo e lazer em contato com a natureza. O parque conta com áreas de lazer, academia popular e áreas esportivas.

Parque Fonte Grande
O Parque Estadual da Fonte Grande está localizado no "coração" do Maciço Central de Vitória e é um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica protegida por Lei em área urbana do país. O Parque da Fonte tem a formação das seis nascentes: Campinho, Mangueiras, Cazuza, Bambuzal, Ganda e D. Jandira.
Entre as funções que um parque natural no meio urbano pode possibilitar aos cidadãos, estão os momentos de bem-estar gerados pela contemplação da paisagem em contato com a natureza. Nesse sentido, a Prefeitura Municipal de Vitória (PMV), através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), realizou a construção dos mirantes Mochuara, Sumaré, e Recanto da Floresta, Mirante da Cidade, estão situados em local de grande beleza cênica e paisagística do Parque, permitindo a contemplação da Mata Atlântica e a baía de Vitória, dentre outros pontos paisagísticos, históricos e culturais da cidade de Vitória e de municípios vizinhos, como Cariacica, Serra e Vila Velha.

Parque Gruta da Onça
Com área de quase 69.000 m², o Parque Municipal Gruta da Onça é ideal para trilhas entre nascentes e riachos, cercados de exuberante vegetação de Mata Atlântica. Na entrada, uma grande onça de concreto protege uma nascente. Escadarias e caminhos íngremes levam a um belo passeio.
O parque foi criado em 1988 e reinaugurado em 1996. Nele, as pessoas caminham ao som do canto dos pássaros, em companhia de mamíferos, como coelhos e macacos, e de répteis, a exemplo dos calangos e lagartos.
Uma parada obrigatória é o Mirante da Pedra da Raposa. Ele oferece visões inesquecíveis da baía, do penedo e do porto, revelando algumas das mais belas paisagens de Vitória. Além de contar com um Centro de Educação Ambiental (CEA), o visitante pode ainda contratar os serviços dos condutores em ecoturismo, que desenvolvem atividades de condução de visitantes.

Parque Horto de Maruípe
O Parque Municipal Horto de Maruípe é um belo cenário, recoberto pelo verde e colorido pelas flores. As águas de uma nascente descem das encostas, formando lagos e um córrego cheio de curvas. Aves e peixes ajudam a entreter quem transita por ali, reforçando, ao mesmo tempo, a proximidade dos visitantes com a natureza.
O parque, que se estende por cerca de 50.000 m², é uma das áreas verdes mais antigas da capital. Destaca-se o corredor formado pelas palmeiras imperiais. O local foi inaugurado em outubro de 1995 e é adequado para caminhadas, além de possuir quadra de futsal e de futebol de areia, uma Academia Popular e uma Academia Popular da Pessoa Idosa. O Horto de Maruípe possui sinal de internet livre do Vitória Online.

Parque Mangue Seco
O Parque Municipal de Mangue Seco carrega características semelhantes à de Vitória: seu relevo é ondulado, com muitas rochas, árvores e jardins. É um importante centro de lazer e convivência para a comunidade de Santa Martha e região.
O parque dispõe de campos de futebol e vôlei de areia, área de eventos, playground, banheiros públicos, jardins e bancos.

Parque Moscoso
O Parque Moscoso, um oásis de tranquilidade no coração da cidade, é um dos tesouros mais antigos e apreciados de Vitória. Oferece uma pausa bem-vinda da agitação do centro da metrópole.
Seu lago serpenteante, adornado por ilhas pitorescas e pontes de concreto que imitam a textura de troncos, é lar de peixes e um convite para momentos de contemplação. Além disso, suas alamedas arborizadas, repletas de árvores típicas da Mata Atlântica, proporcionam uma atmosfera refrescante e revigorante para quem busca fugir do calor urbano.
Um destaque especial do Parque Moscoso é a Concha Acústica, um palco histórico que tem sido cenário de inúmeros espetáculos ao longo dos anos. Tombada como patrimônio cultural pelo Conselho Estadual de Cultura, esta estrutura única é um verdadeiro privilégio para a cidade de Vitória, agregando ainda mais charme e valor ao parque.

Parque Padre Alfonso Pastore - Mata da Praia
Nos arredores da Praia de Camburi, fica o Parque Municipal Padre Alfonso Pastore. Constituído em 1997. Pela soma dos territórios de cinco praças, abrange uma área superior a 44.000 m², onde predomina uma cobertura vegetal remanescente da Mata de Restinga.
É um ambiente propício para contemplar a natureza original da região e observar as aves silvestres. Pelas vias que atravessam a Mata de Restinga, as pessoas podem fazer relaxantes caminhadas.
A mancha verde se destaca em meio ao imenso mosaico marrom composto pelos telhados coloniais das casas do bairro Mata da Praia. O parque tem equipamentos de lazer, como quadra poliesportiva, campos de futebol soçaite e de areia, playground, bocha.

Parque Pedra da Cebola
O Parque Pedra da Cebola possui exemplares de Mata de Restinga e de Mata Atlântica e vegetação rupestre nativa do local, que abrigam pequenos répteis e aves. Com área superior a 100.000 m², o parque também conta com jardim oriental e um mirante, com vista para a parte do Maciço Central, o Porto de Tubarão e o Morro do Mestre Álvaro, localizado na Serra.
O parque foi implantado em novembro de 1997, num local onde, até 1978, existiu a Pedreira de Goiabeiras, de propriedade da mineradora Vale. Trata-se da primeira recuperação de área degradada por esse tipo de atividade econômica no município. No ambiente da antiga jazida, uma área plana é utilizada para eventos de pequeno e médio porte e para a prática de atividades esportivas.
O nome do parque deriva de uma grande pedra esculpida pela natureza que repousa sobre outra rocha. Devido a seu comportamento geológico, a pedra se "descama" de maneira similar às palhas de uma cebola. O Parque Pedra da Cebola tem parquinhos, lagos e um campo de futebol, além de um Centro de Educação Ambiental (CEA).

Parque Pianista Manolo Cabral (Chácara Paraíso)
Inaugurado em junho de 2013, o parque tem pistas de caminhada e módulo do Serviço de Orientação ao Exercício (SOE) com aulas de alongamento e ginástica e avaliações físicas individuais. Também conta com guaritas de segurança, vigilância patrimonial, bicicletários, banheiro público com acessibilidade, iluminação de LED, bancos, decks, estacionamento para nove veículos e playground.
Cem mudas de árvores foram plantadas no local, entre elas palmeiras jerivás, paus-ferro, cerejeiras, flamboyants, amoras roxas, araçaúnas, jambos, cajueiros, patas de elefante, além de outras plantas.

Parque Von Schilgen
O Parque Natural Municipal Von Schilgen tem um local privilegiado, em pleno coração da Praia do Canto, no Morro do Gajuru. O espaço é perfeito para meditação e caminhadas.
O parque conta com lindas paisagens, trilhas para caminhadas e contempla inúmeras espécies de árvores e refúgio de aves silvestres. A chácara na qual o parque foi instalado possui duas residências da família de Nicolau Von Schilgen, uma delas do começo do século XX. Uma das residências é hoje sede administrativa, que conta também com um pequeno auditório. O parque é aberto a visitação e trilhas.

Ponte da Passagem
A Ponte Carlos Lindenberg ou Ponte da Passagem, inaugurada em 2009 e desenhada pelo engenheiro capixaba Karl Fritz Meyer, alia o designer moderno e arrojado com a melhoria do trânsito com destino a parte continental de Vitória e município da Serra. Ela é considerada um cartão postal da capital e verdadeiro marco do desenvolvimento da cidade.
A curvatura da ponte, que leva o nome do ex-governador Carlos Lindenberg, dá singularidade à obra. Os 32 cabos de aço, produto símbolo da produção e da exportação do estado, sustentam dois tabuleiros suspensos a oito metros do espelho d'água para viabilizar, no futuro, a passagem de embarcações pelo canal.
Ao lado da ponte se encontra a Passarela Maurício de Oliveira. O espaço que é destinado para pedestres e ciclistas atravessarem o Canal de Camburi. Com um design inovador, a nova passarela foi pensada arquitetonicamente para compor a paisagem do canal, em sintonia com a ponte.
O equilíbrio entre as paisagens natural e urbana encanta pedestres e ciclistas que fazem a travessia segura no Canal de Camburi. Enquanto elemento de ligação e de comunicação, o complexo ponte-passarela se tornou escultura urbana que ultrapassa a funcionalidade básica de proporcionar a mobilidade. Ele já foi incorporado à cultura urbana da Grande Vitória.

Praça dos Desejos
Localizada próximo à Praça dos Namorados, a Praça dos Desejos também é uma ótima opção de lazer ao ar livre. Em 2013, a área ganhou um novo projeto de paisagismo e 960 m² de grama esmeralda. O espaço também ganhou uma nova área de caminhada e calçadas em tijolos de cimento colorido.

Praça dos Namorados
Diariamente, a Praça dos Namorados, localizada em frente à marina do Iate Clube do Espírito Santo (Ices), recebe moradores das redondezas e turistas que aproveitam para praticar esportes e apreciar a bela vista.
Nos finais de semana, abriga a Feira de Artesanato Artes na Praça, que oferece artesanatos e comidas típicas. Com mais de 20 anos de tradição, a feira conta com 194 expositores, sendo 145 de artesanato e brinquedos de diversão e 49 na área de alimentação.

Praia da Curva da Jurema
Nas proximidades, a orla se inicia do lado do Iate Clube. Depois, chega-se à Praça dos Namorados, à Praça dos Desejos e às proximidades da ponte que interliga a Ilha de Vitória à Ilha do Frade.
O mar de águas frias e calmas é ideal para a prática de esportes náuticos e com estreita faixa de areia para corridas e caminhadas. O visitante pode admirar a paisagem a partir de um dos quiosques com áreas cobertas, onde são servidos petiscos da culinária capixaba. A praia é indicada para a prática de stand up paddle e passeios de veleiro.
A região conta ainda com calçadão, iluminação noturna, lanchonetes e conta com extensa área recreativa, além da estrutura para a prática de tênis, basquete, vôlei e futebol da Praça dos Namorados.

Praia das Castanheiras
Está localizada na Ilha do Frade. Embora seja pequena, tem na beleza e sombras das suas castanheiras a grande atração para seus frequentadores. A praia agrada a todos os gostos.
Possui pequenas piscinas naturais, entre pedras, propícias para as crianças, além do mar aberto, para quem prefere dar longas braçadas. Situada em uma ilha, o acesso é feito por escada ou caminhando entre as rochas.
Para chegar a essa praia de peculiar beleza cênica, só mesmo fazendo uma pequena caminhada entre a vegetação e as pedras da Ilha do Frade.

Praia de Camburi
Localizada ao Norte da cidade, Camburi é a única praia da capital que fica na área continental. Com seus seis quilômetros de extensão, é completamente urbanizada e arborizada. Toda a orla tem boa iluminação e, no inicio, há um monumento à Iemanjá. Já o mar de Camburi, considerado um dos melhores lugares para velejar no Brasil, é excelente para praticar windsurf, kitesurf e passear de veleiro. Quiosques para comercialização de comida e bebida e deck de madeira com mesinhas para os clientes também podem ser encontrados ao longo do calçadão.
No calçadão tem ainda pista específica para corrida, caminhadas, passeios de bicicleta, skate e patins. Também possui uma Academia Popular da Pessoa Idosa, e aos domingos e feriados, das 7 às 13 horas, dois trechos da avenida Dante Michelini ficam interditados para os carros possibilitando aos moradores e turistas maior espaço para convivência e lazer.

Praias da Ilha do Boi
Além das águas tranquilas e claras, a Praia Grande ou Praia da Esquerda é um recanto natural e com sombras proporcionadas por árvores. A Praia Pequena ou Praia da Direita fica nas proximidades.
O mar de águas frias e calmas proporciona as famílias momentos agradáveis de convivência com as crianças.
Ambas se encontram a poucos minutos da Praia do Canto e de Jardim da Penha, sendo um ponto de encontro dos jovens da cidade.

Refúgio da Vida Silvestre da Mata Paludosa - Fazendinha
No extremo norte da capital, entre a rodovia Norte-Sul e os bairros Jardim Camburi e de Fátima, na Serra, fica o Parque Municipal da Fazendinha, um lugar perfeito para repousar à sombra de árvores frutíferas, como mangueiras, cajueiros, jambeiros e laranjeiras, e de exemplares de Mata Atlântica introduzidos naquele ambiente.
Inaugurado em junho de 2004, o parque possui quase 23.000 m² e serve de moradia para aves, mamíferos e peixes. A região central é ocupada por uma nascente e um grande lago. Na parte mais elevada, existe um platô, que serve de mirante natural.
A Fazendinha é um espaço interessante para a criançada se divertir observando a natureza.

Relógio da Praça Oito de Setembro
Inaugurado em 1942, o relógio é constituído por uma torre de quatro faces, com 16 m de altura. Tem em sua parte superior quatro relógios quadrangulares. Foi construido pelo alemão João Ricardo Hermamm Schorling.
Tombado como patrimônio histórico e cultural do Espírito Santo pelo Conselho Estadual de Cultura, é um ponto de referência para quem está no Centro de Vitória.

Rosa dos Ventos
Coincide com a posição geográfica da ilha como norte de navegação e traz uma esfera de inox ao centro.

Rua da Lama
A Lama é ponto de encontro dos públicos: jovens, universitários, músicos, jornalistas, cantores e artistas. É um espaço de bares que ficam abertos até a madrugada.

Teatro da UFES
Localizado no Campus de Goiabeiras, o Teatro Universitário é um importante espaço para a realização de eventos culturais como danças, apresentações teatrais, shows e eventos acadêmicos, como seminários, exposições, conferências e congressos.
Para que eventos deste porte pudessem ser realizados, o teatro foi todo equipado com som, luz e cenotécnica. Sua estrutura conta com grande estacionamento, 650 lugares e todo aparato técnico necessário para a execução de pequenos, médios e grandes eventos locais, nacionais e internacionais.

Teatro do SESI
Inaugurado em julho de 2000, o espaço cultural Rui Lima do Nascimento, o Teatro do SESI, é palco de espetáculos nacionais e locais. Além de espetáculos teatrais, o teatro recebe shows musicais, apresentações de dança, festivais, etc.

Theatro Carlos Gomes
O Theatro Carlos Gomes foi erguido por iniciativa do arquiteto autodidata e construtor André Carloni. Concluído em janeiro de 1927, o teatro foi projetado em um estilo arquitetônico eclético.
Com a crise do café em 1929, o teatro foi arrendado a uma empresa particular e começou a ser utilizado também como cinema. Posteriormente, foi vendido ao governo estadual, que passou a administrá-lo. Em 1970, o teatro passou por uma extensa restauração devido à instabilidade do terreno, já que foi construído em uma área de aterro sobre o mar. Em reconhecimento à sua importância histórica e cultural, o Theatro Carlos Gomes foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1983.

Triângulo das Bermudas e Rua Viva
O Triângulo das Bermudas compreende o trecho entre as Ruas Joaquim Lírio e João da Cruz, na Praia do Canto e recebeu dos boêmios da cidade esse nome há mais de 20 anos, por se "perderem" com os amigos nos bares e restaurantes do local, muitas vezes retornando para suas casas somente ao amanhecer. Os diversos estabelecimentos são frequentados por todo tipo de público, de jovens estudantes a executivos e se espalham para outras ruas e avenidas próximas, aumentando a fama e a área do triângulo.
A antiga Rua 24 horas e agora a Rua Viva também localizada no Triângulo, foi inaugurada em janeiro de 2013. É um espaço dedicado ao lazer noturno de turistas, moradores e frequentadores da Praia do Canto.

Vitória 360 Graus
Inaugurada em setembro de 2017, a escultura anamórfica "Vitória 360 Graus" forma o nome "Vitória" e integra o patrimônio arquitetônico e paisagístico da cidade, além de se tornar um atrativo turístico.
Criado e doado ao município pelo designer Zota Coelho, o monumento possui quatro metros de profundidade, cerca de 2,5 m de altura e 12 m de comprimento. O designer explicou que a escultura foi pensada em algo diferente para que pudesse ser vista, frequentada e fotografada pela sua originalidade.
O monumento, inicialmente, foi inaugurado na cor branca, mas a proposta é que ele sempre esteja em transformação por períodos, com a mudança da coloração por meio de intervenções artísticas, sejam elas realizadas por fotógrafos, grafiteiros, artistas plásticos e alunos da rede pública municipal de ensino.